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terça-feira, 31 de março de 2009

O AMOR, O CENTRO DO CRISTIANISMO

Publicada pelo Pastor Márcio Barroso dos Santos Trindade

O AMOR, CENTRO DO CRISTIANISMO

A parábola do bom samaritano acentua o valor e a necessidade do serviço de amor entre os crentes. Do livro Er ist unser Leben, págs. 105 e 106, extraímos o seguinte:
"Perguntando o missionário Stanley Jones ao Mahatma Gandhi o que se deveria fazer para introduzir o cristianismo na Índia, respondeu Mahatma: 'Primeiro que tudo, eu aconselharia os cristãos a começarem entre si mesmos a viver como Cristo viveu.' Eu sabia, diz Jones, que através dos olhos de Gandhi me observavam os trezentos milhões da Índia, e como que diziam: Se os senhores quiserem vir a nós no espírito de seu Senhor, não lhes poderemos resistir. Nunca foi lançada ao Ocidente um repto maior que esse, e nunca foi feito com maior sinceridade do que nessa ocasião, pelo Mahatma. 'Em segundo lugar, prosseguiu ele, eu aconselharia que traduzissem em atos a sua religião, sem lhe fazer violência e a rebaixar.' Com estas palavras o maior vulto não-cristão da atualidade nos repta a levar a seus compatriotas um Evangelho não debilitado. Disse alguém que os chamados cristãos têm vacinado o mundo com um cristianismo suavemente degenerado, de modo que os homens agora estão imunes contra o cristianismo verdadeiro. Em terceiro lugar, continuou Gandhi, eu sugeriria que os senhores ponham ênfase no amor, porque o amor é o centro e a alma do cristianismo. Não se referia ao amor como simples sentimento, mas ao amor como poder em ação, e desejava que ele encontrasse aplicação por parte dos indivíduos, grupos, raças e nações, como poder unificador e salvação do mundo." – X.
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do livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro, 1966

O AMOR

Publicada pelo Pastor Márcio Barroso dos Santos Trindade
O AMOR

O evangelista Moody contava a seguinte história:
Em Brooklyn fiquei conhecendo um jovem. Quando rompeu a guerra, esse jovem estava noivo de uma moça da Nova Inglaterra e o casamento foi adiado. O jovem foi muito feliz nas batalhas em que tomou parte, até que, pouco antes de terminar a guerra, teve início a Batalha do Deserto. A noiva contava os dias que levaria para o noivo voltar. Esperava cartas, que não chegavam.
Afinal recebeu uma, trazendo no subscrito uma caligrafia diferente da que lhe era conhecida. A carta dizia o seguinte: "Houve outra batalha terrível. Desta vez fui infeliz: perdi ambos os braços. Não posso escrever eu mesmo, de maneira que estou ditando a um companheiro. Escrevo para avisá-la de que você me é tão querida como nunca; mas agora terei que depender de outras pessoas para o resto dos meus dias, e faço-lhe esta para desobrigá-la do compromisso do noivado."
Esta carta não teve resposta. No trem seguinte a moça se dirigiu para o cenário da última batalha e mandou avisar o capitão da finalidade de sua chegada, e conseguiu o número da cama do rapaz. Percorreu a enfermaria e, no momento que os olhos caíram sobre o número dado, correu para o ferido e, lançando-lhe os braços em torno do pescoço, beijou-o.
– Jamais o abandonarei, disse ela. Estas mãos nunca o deixarão; sou forte para sustentá-lo; hei de cuidar de você.
Meus amigos, vós não podeis cuidar de vós mesmos. Pelo pecado estais condenados. Cristo, porém, diz: "Eu cuidarei de ti."
do livro "Mil Ilustrações Selecionadas", Dr. D. Peixoto da Silva, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro, 1966