publicada pelo Pastor Walmir Vigo Gonçalves
FÉ Jo 1.9
O grande ganhador de almas, Moody, um dia ofereceu seu relógio de ouro aos meninos de sua classe bíblica. Desconfiados, recusaram o presente. Finalmente, um garotinho de seis anos estendeu a mão, pegou o relógio, e disse:
— Muito obrigado!
Sem um momento de hesitação, Moody respondeu:
— Não há de que. E Espero que ele seja tão fiel em marcar as horas para você, como foi para mim!
Os outros meninos ficaram espantados:
— O senhor vai mesmo deixar que ele fique com o relógio?
— Como não? — respondeu Moody — Eu Iho dei, porque creu na minha oferta. E dele porque teve fé em mim.
Como o relógio que Moody ofereceu aos meninos, as vestes brancas podem pertencer-nos pelo simples fato de crermos nas promessas de Deus e estendermos a mão, aceitando-a pela fé. Jesus, através de sua morte, se encarrega de nosso passado tão repleto de pecados e erros. Cabe-nos a nós confessar e crer. Jesus afiança a sua erradicação. No instante em que nós cumprirmos a nossa parte, Jesus cumpre a dEle. Todas as providências foram tomadas por Deus, a fim de apagar o nosso passado pecaminoso (1 Jo 1.9). Este é, na verdade, um "pensamento precioso".
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terça-feira, 24 de março de 2009
FÉ
publicada pelo Pastor Walmir Vigo Gonçalves
FÉ Sl 91.2
"Diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio" (SI 91.2).
Alguns de nós, membros da Colônia Bíblica, estávamos reunidos em torno do rádio, no salão da sede, ouvindo seriamente a noticia de que o ciclone Janet viria com fúria sobre nossa cidade, nas primeiras horas do dia 29 de setembro de 1955.
Poucas horas mais tarde, a ventania, como um gigante enfurecido, assolava as nossas habitações, despejando montanhas de água, destruindo as árvores, atirando galhos pelo ar e semeando o pânico e a morte.
Protegemo-nos os cinco sob uma cama que sustentava uma parte da parede derrubada sobre si. Contudo, não sofremos qualquer ferimento. Ali cantamos com todo ânimo o hino "Mais perto quero estar meu Deus de ti" e juntos recitamos o Salmo 91.
Ao alvorecer, entre a morte, as ruínas, a desolação e a completa destruição da vila, sentimo-nos como que dizendo: "Tudo está perdido, exceto a nossa fé. Bendito seja o nome do Senhor".
Ainda que nas horas de provação todas as coisas se percam, o importante é que a fé permaneça.
C. Trujillo Baqueiro (México)
FÉ Sl 91.2
"Diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio" (SI 91.2).
Alguns de nós, membros da Colônia Bíblica, estávamos reunidos em torno do rádio, no salão da sede, ouvindo seriamente a noticia de que o ciclone Janet viria com fúria sobre nossa cidade, nas primeiras horas do dia 29 de setembro de 1955.
Poucas horas mais tarde, a ventania, como um gigante enfurecido, assolava as nossas habitações, despejando montanhas de água, destruindo as árvores, atirando galhos pelo ar e semeando o pânico e a morte.
Protegemo-nos os cinco sob uma cama que sustentava uma parte da parede derrubada sobre si. Contudo, não sofremos qualquer ferimento. Ali cantamos com todo ânimo o hino "Mais perto quero estar meu Deus de ti" e juntos recitamos o Salmo 91.
Ao alvorecer, entre a morte, as ruínas, a desolação e a completa destruição da vila, sentimo-nos como que dizendo: "Tudo está perdido, exceto a nossa fé. Bendito seja o nome do Senhor".
Ainda que nas horas de provação todas as coisas se percam, o importante é que a fé permaneça.
C. Trujillo Baqueiro (México)
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